Geramos realizações artísticas inovadoras, dinamizadoras das comunidades e mobilizadoras de novos públicos, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

Geramos realizações artísticas inovadoras, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

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NOVe é um laboratório de dramaturgia e criação performativa para os NOVos tempos. Os episódios dos podcasts do projeto NOVe reúnem-se aqui para audição gratuita.

DEUS FALA KRIOULO

Criação/Interpretação: Carla Galvão
Dramaturgia: Deka Saimor
Direção Artística: Graeme Pulleyn

“Entrá na agu
Entrá na agu, mininus.
Entrá na agu,
Nhor Deus tá mexê mar”
– Tradução kriola da música “Wade in the water” (Autor desconhecido)

Uma vez sonhei com Deus. Nesse sonho, Deus pediu-me para trocar de lugar com Ele. Queria saber o que era ser humano. Aceitei, mas com uma condição: antes de regressar ao céu, teria de viver todas as vidas que o céu nunca conseguiu explicar.

“DEUS FALA KRIOULO” é uma travessia pelas memórias de Cabo Verde, pelas experiências que moldam a condição humana. Ao atravessar diferentes vidas, Deus confronta-se com a fome, a migração, a infância interrompida, a fé, a violência e a pertença. Entre a morna, a cachupa, o mar e a morabeza, descobre que algumas bênçãos não caem do céu, nascem da terra.

Por vezes um simples olhar

Criação/Interpretação: Paula Diogo
Dramaturgia: Matei Visniec
Direção Artística: Graeme Pulleyn

Num mundo parcialmente pós-humano em que a internet nos obriga constantemente a registar em plataformas, a fazer downloads de aplicações, a autorizar o uso da nossa imagem, voz, e afins, uma figura IAIA-pro recebe-nos para um curso de simplificação da vida emocional.
Dividida entre a precisão da programação informática e a réplica de comportamentos humanos, será ela capaz de nos persuadir a abrir mão do nosso bem mais precioso?

Cravos no Estendal

Criação/Interpretação: Catarina Lacerda
Dramaturgia: Shahd Wadi
Direção Artística: Graeme Pulleyn

Neste estendal penduram-se memórias que nunca perdem a cor e histórias de roupa que será recolhida de volta. O céu, com pranto suficiente para chover uma vida. As nuvens ainda não preparadas para banhar o estendal. As mulheres próximas do tanque a juntar as águas. Mãos molhadas, manchadas, ásperas, enrugadas, mas toque. Num terraço, nos estendais comunitários, na janela, num beco sem saída, ou até num palco, estão sincronizadas a estender a roupa neste preciso momento. No fundo do abismo, durante a selvajaria humana sem precedentes, apesar da barbárie, roupa estendida. Esta é sobretudo a história de um lençol a responder de volta: não estás só, haverá cravos no estendal.

A Tragédia da Poesia

Criação/Interpretação: Ilda Teixeira
Dramaturgia: Afonso Cruz
Direção Artística: Graeme Pulleyn

As palavras procuram corpo e sentido, procuram carne, por vezes sangue, e podem esvaziar-se para se transformarem, para renascerem como arte ou transformar-se em armas, muitas vezes com futuro. A poesia, subversiva e perigosa, oscila entre a delicadeza e o peso: seja boa ou má, acaba sempre por ferir — o poeta, o poema ou o leitor.

Levante

Criação/Interpretação: Pepa Macua
Dramaturgia: Keli Freitas
Direção Artística: Graeme Pulleyn

levante s.m.
Ato de erguer-se. Início de um movimiento. Insurreição, generalmente colectiva.
 

Eu Vou Sair

Criação/Interpretação: Joel Kabanga
Dramaturgia: Pedro Sequeira de Carvalho
Direção Artística: Graeme Pulleyn

Um jovem, filho de um político, ao sair de casa mais de dia para viver a sua vida boémia com a sua namorada, é impedido. Surpreso e, por não reconhecer a legitimidade do pai para esta ação, interroga o mesmo, questionando-o sobre as suas ações atuais enquanto político e o mundo que está a construir, ou melhor, destruir.
O filho, desanimado, sem referências, farto da vida que levava e querendo mudar, ele acaba por descobrir no seu pai um homem solitário que ainda tem a esperança num mundo melhor e que precisava também de alguém que o estimule à mudar. Para a alegria do filho, o seu pai lhe demonstra que ele, tal como um pai pode ser a referência para um filho, o pai também pode mudar pelas ações do filho.
 

Todes querem saber como é que isto se chama

Criação/Interpretação: Vasco Paixão
Dramaturgia: Belisa Branças
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

“todes querem saber como é que isto se chama” é uma coisa original de Vasco Paixão que parte do texto ‘’Todos os dias que acordaram, viveram” de Belisa Branças. Mesmo com nome é inominável: a performance, o tempo, a realidade, esta sinopse. Numa altura em que até as denominações mais catastróficas parecem ser insignificantes, não desistimos delas.
Mesmo quando as palavras ficam aquém da realidade. Afinal, nada cabe nestas letras de computador. E na oralidade? Sabemos lá…
Na dúvida ficamos mais cinco minutos na cama, certo?
 

Sol em Sangue

Criação/Interpretação: Joana Pupo
Dramaturgia: Joana Bértholo
Direção Artística: Graeme Pulleyn

Uma torneira jorra durante 9 segundos e Plutão deixou de ser um planeta. Mas uma mulher precisa que o Sistema Solar tenha 9 planetas para que o aniversário da filha seja perfeito. Tem uma notícia difícil para lhe dar e ajudaria que a festa corresse bem. Tem de lhe explicar que Plutão foi despromovido, que a água nem sempre vai jorrar da torneira, que 9 meses de vida parecem pouco mas, às vezes, 9 segundos podem ser uma eternidade. Servem, por exemplo, para lavar bem as mãos.
 

Life is a Durian

Criação/Interpretação: Joana Pacheco
Dramaturgia: Maria Toscano
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Terminou o concerto de jazz. O som dos instrumentos reverbera. As canções, ainda, ecoam nas paredes e nas cabeças dos que estiveram presentes.
O espaço está vazio de gente, apenas uma solista vagueia sozinha pelo espaço num ritual de desapego após o término do espetáculo e um olhar externo certifica que o edifício está seguro. Será que estamos a ser constantemente observados?
Na sala existe um cheiro repugnante… a meias sujas, talvez seja o suor das pessoas que dançaram. O Durião é um fruto com um cheiro particularmente intenso quando aberto. A cada concerto, existe uma fissura do desconforto da solista que é subtilmente mencionada. Há um gás na sala que a sufoca. Distorce a realidade e aqui estamos nós. É inevitável sermos as testemunhas?
 

Sete Andamentos para uma Cave

Criação/Interpretação: José Carlos Sousa
Dramaturgia: João Ricardo Pedro
Direção Artística: Graeme Pulleyn

Numa noite de Inverno, dois irmãos enfrentam a possibilidade de uma ameaça. Vivem sozinhos, na casa onde cresceram, rodeados de memórias e fantasmas. Será essa ameaça real ou imaginária? Lá fora, continua a nevar…
 

Big Feeling

Criação/Interpretação: Aleksandra Demina
Dramaturgia: Clara Vieira
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Um elefante mais velho, ciente da proximidade do seu fim, empreende a sua última travessia: o regresso à terra natal. No entanto, o caminho até ao continente está vedado — não por selvas ou predadores, mas por fronteiras geopolíticas. A viagem até ao outro lado torna-se não apenas geográfica mas ontológica: numa procura pela origem do mundo, que resiste à memória e se contamina pela amnésia “progressista”. Demasiado pesado para caber na jangada, demasiado lúcido para o esquecimento, o elefante submerge sob o peso do próprio nome e corpo. A memória, que deveria ser virtude, transforma-se na sua condenação. É a brutalidade de um mundo que celebra o movimento mas pune quem se move à procura de uma vida melhor. Onde pessoas, ao atravessar oceanos e fronteiras, são compelidas a renunciar à sua origem para se tornarem toleráveis. Mas os elefantes não esquecem. Nem da terra onde nasceram, nem daquilo que lhes foi tirado.
 

“Do Meu Lugar, Eu Ouço-te” [“Vanop Mijn Plel Hoor Ik Jou”]

Criação/Interpretação: Walter Jansenss
Dramaturgia/Criação: António Alvarenga
Direção Artística: Graeme Pulleyn

“Do Meu Lugar, Eu Ouço-te” [“Vanop Mijn Plel Hoor Ik Jou”]  é uma performance sobre a escuta. Sobre a sensibilidade ao som, ao ritmo, à voz. Como ouvir melhor as palavras?
O leão diz: “o futuro pode trazer coisas novas”. O mágico diz “plim” e
começa a correr muito rápido com uma bandeja carregada com uma
garrafa de vinho de 375 mililitros por abrir.
Propomos uma breve suspensão do vício da compreensão, do “porquê”, e a ativação da atenção ao acontecimento, do “o quê”. Um regresso efetivo à nossa voz enquanto matéria, às palavras como tonalidades, despidas (ou quase) de significados.
 

Esferas

Criação/Interpretação: Tiago Peres
Dramaturgia: Zagalo Pereira
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

A esfera é, por defeito, o único sólido geométrico perfeito. Carece de lados, é estável apenas no cume. No entanto, é numa esfera que vivemos, sendo por isso tão difícil de lhe acedermos, de lhe tocarmos. Parece ao mesmo tempo tão ubíqua e acessível, tão representável.
“Esferas” pretende traçar padrões entre os nossos movimentos diários e a fascinação actual com o objectivo e mensurável, e de que forma este nos pode soltar, em vez de nos explorar. 

Usando os malabares como fio condutor, Tiago Peres dialogará com o público, consigo, e com os objectos que maneja diariamente, sendo quase simbióticos à sua própria carne, usando como base a proposta abstracta e aforística de Zagalo Pereira.
 

A Visita

Criação/Interpretação: Yarik
Dramaturgia: Andresa Soares
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Um homem existe dentro de um espaço que, inesperadamente, um grupo de pessoas decide visitar. Perante esse acto de visitação existirão certamente expectativas. Mas quais serão? O que se espera da solidão de alguém que está em cena quando ocupada por esse movimento colectivo que entra em cena para dela esperar?

Vagar, para o Lirismo

Criação/Interpretação: Ivana Girault
Dramaturgia: Benedito Bandeira
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Qual o limite da desmemória? Malas. Bilhetes. Mapas. Um dramaturgo e uma mulher estão perdidos, mas encontram pessoas que sabem onde estão. Uma mulher refugiada, perde o nome do seu país. Vaga entre pensamentos, encantos, desejos e memórias para manter o nome de seu próprio país vivo.

Outras Mentes

Criação/Interpretação: Gonçalo Alegre
Voz: Filipa Fróis
Dramaturgia: Caplan Neves
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Sufocada pelo que descreve como “solidão imensa”, Eva procura, desesperadamente, através de um dispositivo eletrónico, de design retro-futurista e tela de luzes vibrantes, comunicar-se com alguém – que pode ou não existir. Do outro lado, uma voz ruidosa – algo ou alguém sintonizado na mesma frequência – responde ambiguamente. A progressão do diálogo explora a possibilidade de comunicação e encontro real com outras mentes, se é que tais coisas existem.

Clio, estudo para uma história

Criação/Interpretação: Inês Sincero
Dramaturgia: Leonor W. Carretas
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Sufocada pelo que descreve como “solidão imensa”, Eva procura, desesperadamente, através de um dispositivo eletrónico, de design retro-futurista e tela de luzes vibrantes, comunicar-se com alguém – que pode ou não existir. Do outro lado, uma voz ruidosa – algo ou alguém sintonizado na mesma frequência – responde ambiguamente. A progressão do diálogo explora a possibilidade de comunicação e encontro real com outras mentes, se é que tais coisas existem.

Bulício

Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.

primeirapessoa

Criação/Interpretação: Atena Barbosa
Dramaturgia: David Calão
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

“primeira pessoa” propõe uma reflexão crítica sobre o espaço e as palavras que são reservadas ao lugar masculino, questionando as fronteiras e fricções entre os imaginários e as realidades de um homem cis e uma mulher trans. 
Ela entra na sala para nos falar do que se escreveu sobre ela. É a sua história, ou melhor, a história da sua conversão em história, em poema, em bandeira, em signo, para o consumo de todes nós. Ou antes, é o estarmos no aqui e agora a negociar um espaço para existirmos.

Quem diz que palavras cabem onde?

Alexa ou a Mancha

Criação/Interpretação: Catarina Keil
Dramaturgia: Jade Cambournac
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Aqui cheira a limpo. Inspira-se lixívia. A esterilidade ameaça a existência. Ou melhor, o corpo. Um corpo que já se perdeu na insistência de se estar ausente.
Nesta sala a higienização dos tabus faz-se com cuidado. Mas este é um cuidado público. O cuidado pessoal ou não tem lugar, ou há muito que ganhou significados demasiado coletivos para serem verdadeiros.
Neste sítio tão iluminado, não se consegue ver bem. Nada se esconde, mas nem tudo se vê. A ocultação é um ato público, mas não é um ato de partilha. O gato não se esconde com o rabo de fora. O gato foi obrigado a esconder-se.
Neste espaço arejado de humanidade, ser-se gente é difícil. O quantitativo há muito que substituiu o qualitativo. Fazem-se perguntas apenas para se impôr respostas. Há muito que a consciência se transformou em inconveniência.
Neste lugar, também se é mulher.

Maria ou Mary

Criação/Interpretação: Katarina Lanier
Dramaturgia: Carolina Andrade
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Maria ou Mary é sobre um encontro, ou reencontro. Dois universos criadores em disputa. Este é um caminho dançante até Viseu, Mary perde-se para encontrar Maria, e Maria encontra-se ao perder Mary. Um desdobramento de identidades, numa estrada que pode ser portuguesa, mas que não tem de o ser. Maria ou Mary é um jogo confuso, o terror embrulhado, nove minutos distorcidos, são duas vozes gritantes na tentativa de reclamar algo que não lhes pertence.|

Nação Valente, Mas Mortal

Criação/Interpretação: Matilde Fachada
Dramaturgia: Zé Pedro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Mais um dia se passou e o problema continua: o gato Jeremias e o cão Zircónio não se entendem. Discutem selvaticamente a necessidade de um novo hino nacional. Por um lado, Jeremias defende a manutenção do hino, defendendo a sua dimensão simbólica e histórica que não pode nunca ser esquecida. Do lado oposto, Zircónio é a favor da revisão do hino, dadas as suas conotações colonialistas, patriarcais e racistas, perpetuadas ainda na nossa sociedade capitalista. No meio desta luta de cão e gato, encontra-se Beatriz, dona de ambos, que quer apenas resgatar algum sossego no aconchego do seu lar. Para tal, Beatriz propõe-se, com a ajuda do público, à estoica tarefa de criar um hino que agrade a todos: aquele que acalmará toda a bicharada. Mas será que a paz voltará aos serões da sua casa?

Sobre Leite Derramado

Criação/Interpretação: Filipa Fróis
Dramaturgia: Leonor Costa
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Ela.
Vagueia dispersa por um supermercado como quem passeia numa mente desarrumada.
Conhece demasiado bem este lugar – na verdade nunca saiu de lá.
Num loop infinito perde-se pelos corredores uma e outra vez.
Não tinha ficado de fazer um bolo? Ainda há tempo, só mais uma volta.
Mais uma memória. Só uma não há de fazer mal.
Está tudo bem, memórias enchem mas não engordam.
Está tudo bem, os supermercados são mesmo feitos para nos confundir.

BICHO

Criação/Interpretação: Tavo Iván Romero
Dramaturgia: Pedro Guimarães
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Um homem caminha em direção ao seu último ato: a liberdade. Sem tempo a perder, despede-se de seu número, das palavras que leu ao longo da vida, de seus amores e de sua digital. Ele preferia não ter de o fazer mas precisa ainda de nos convencer que a sua liberdade não devia nunca ter-lhe sido tirada.

ÁGAPE- APÓFASI

Criação/Interpretação: Leandro Araújo
Dramaturgia: Carlota Castro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

É com a maior das honras que vos informamos que o banquete está quase finalizado. Será um evento social do qual não sairão indiferentes e onde, prometemos, toda a comida estará no ponto certo da confeção.
Relembramos que este é um encontro exclusivo, pelo que não aceitaremos intromissões. Tragam a vossa balança mais afinada. Todos os pratos estão incluídos, até os que não conseguirem comer.

Nenhuma vaca foi maltratada ou ferida na realização deste jantar.

Reis’partam – O Aprendiz de Monarca

Criação/Interpretação: Tomás Seruca Bravo
Dramaturgia: Pedro Leitão
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Perante o vazio de poder criado pela abdicação do Rei Mendo III, convidamos Vossas Excelências para vir presenciar a cerimónia da aclamação do novo Rei, que desempenhará as suas funções a partir do dia 30 de Setembro, servindo a nação perante o que está estabelecido na Constituição. Pedimos que sejam pontuais, como manda o protocolo e que se vistam de acordo com a formalidade da cerimónia.