NOVe é um laboratório de dramaturgia e criação performativa para os NOVos tempos. Os vídeos dos espetáculos do projeto NOVe reúnem-se aqui para visualização gratuita.
Criação/Interpretação: Ivana Girault
Dramaturgia: Benedito Bandeira
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Qual o limite da desmemória? Malas. Bilhetes. Mapas. Um dramaturgo e uma mulher estão perdidos, mas encontram pessoas que sabem onde estão. Uma mulher refugiada, perde o nome do seu país. Vaga entre pensamentos, encantos, desejos e memórias para manter o nome de seu próprio país vivo.
Criação/Interpretação: Inês Sincero
Dramaturgia: Leonor Wellenkamp Carretas
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Clio, a musa da história, está demente. Perdeu-se no tempo. Ordena o caos dos fragmentos de tudo o que foi e há-de ser. Procura um vislumbre da sua história, mas as memórias dos tempos refletem-lhe apenas as dos outros. Eterna espectadora do mundo, presa à realidade do que é, terá ainda espaço para criar? Tendo visto tudo, de que serve um propósito a caminho do fim?
Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.
Criação/Interpretação: Atena Barbosa
Dramaturgia: David Calão
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
“primeira pessoa” propõe uma reflexão crítica sobre o espaço e as palavras que são reservadas ao lugar masculino, questionando as fronteiras e fricções entre os imaginários e as realidades de um homem cis e uma mulher trans.
Ela entra na sala para nos falar do que se escreveu sobre ela. É a sua história, ou melhor, a história da sua conversão em história, em poema, em bandeira, em signo, para o consumo de todes nós. Ou antes, é o estarmos no aqui e agora a negociar um espaço para existirmos.
Quem diz que palavras cabem onde?
Criação/Interpretação: Catarina Keil
Dramaturgia: Jade Cambournac
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Aqui cheira a limpo. Inspira-se lixívia. A esterilidade ameaça a existência. Ou melhor, o corpo. Um corpo que já se perdeu na insistência de se estar ausente. Nesta sala a higienização dos tabus faz-se com cuidado. Mas este é um cuidado público. O cuidado pessoal ou não tem lugar, ou há muito que ganhou significados demasiado coletivos para serem verdadeiros. Neste sítio tão iluminado, não se consegue ver bem. Nada se esconde, mas nem tudo se vê. A ocultação é um ato público, mas não é um ato de partilha. O gato não se esconde com o rabo de fora. O gato foi obrigado a esconder-se. Neste espaço arejado de humanidade, ser-se gente é difícil. O quantitativo há muito que substituiu o qualitativo. Fazem-se perguntas apenas para se impôr respostas. Há muito que a consciência se transformou em inconveniência. Neste lugar, também se é mulher.
Criação/Interpretação: Yarik
Dramaturgia: Adresa Soares
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Um homem existe dentro de um espaço que, inesperadamente, um grupo de pessoas decide visitar. Perante esse acto de visitação existirão certamente expectativas. Mas quais serão? O que se espera da solidão de alguém que está em cena quando ocupada por esse movimento colectivo que entra em cena para dela esperar?
Criação/Interpretação: Gongori
Dramaturgia: Caplan Neves
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Sufocada pelo que descreve como “solidão imensa”, Eva procura, desesperadamente, através de um dispositivo eletrónico, de design retro-futurista e tela de luzes vibrantes, comunicar-se com alguém – que pode ou não existir. Do outro lado, uma voz ruidosa – algo ou alguém sintonizado na mesma frequência – responde ambiguamente. A progressão do diálogo explora a possibilidade de comunicação e encontro real com outras mentes, se é que tais coisas existem.
Criação/Interpretação: Leonor Keil
Dramaturgia: Mônica Santana
Direção Artística: Graeme Pulleyn
9 Infernos é uma criação da bailarina, coreógrafa e atriz Leonor Keil e da dramaturga brasileira Mônica Santana, consistindo numa performance que envolve corpo e texto/voz, integrando as duas criadoras. A obra propõe uma provocação de ação do público, refletindo e encarando os seus próprios infernos. As duas criadoras partiram dos seus incómodos, frustrações, falhas e a potência transformadora desses contextos para criar um momento de integração e atuação com o público, constituindo um gesto de incitar às mudanças e desfazer os incómodos guardados.
Criação/Interpretação: Leandro Valente
Dramaturgia: Ricardo Cabaça
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Um homem coloca-se perante o seu público, disposto a partilhar a sua infância e as suas músicas. Um ato de extrema bravura e generosidade. As suas mensagens são para o futuro, o medo à exposição é demasiado grande para que possa fazê-lo para o seu presente. O homem pressente o apocalipse, as catástrofes que se avizinham, talvez por isso prefira o sarcasmo à seriedade dos pensamentos. O fim está próximo, ele sabe-o perfeitamente. Há ainda um narrador que perturba a paz melancólica, uma voz que desafia as leis da lógica e da sobrevivência
Criação/Interpretação: Ricardo Augusto
Dramaturgia: Sandra Pinheiro
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Quando o Nené da Capucha passa, todos param. O que diz o Nené? Para onde nos leva desta vez o seu pensamento vagabundo, sempre livre, sempre crítico, sempre repleto das nossas contradições humanas. O Nené é humano por inteiro. É humano no pensamento cristalino, fazendo-nos ver através da clareza das imagens que nos cria o que sempre esteve à nossa frente. É humano na relação que tece e nas amizades que planta pelas terras por onde passa. E é humano enquanto animal: sem máscaras nem filtros, que apenas existe na medida da sua liberdade.
Criação/Interpretação: Maria Inês Peixoto
Dramaturgia: Diogo Graça Fouto
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
O fundo do poço de Salomé está completamente seco e, por ser um poço, não encontra nenhum motivo para justificar a sua existência. Ao fundo do poço resta-lhe, efectivamente, esperar justificando a sua razão de existência. Em suma, podemos afirmar que a interioridade de Salomé assemelha-se com este mundo exposto – uma confusão total temperada de impotência, estagnação e alienação. Quando o fundo do poço permite ver o reflexo do rosto, Salomé tem um temperamento libertino e exuberante. Blimunda, mãe de Salomé, também apresentava esta interioridade complexa, mas a maturidade ensinou-lhe a gerir as águas. Toda esta elegância genial de Blimunda sustenta a incapacidade de Salomé em viver o luto.
Criação/Interpretação: José Dias
Dramaturgia: Afonso Molinar
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Um homem com duas cabeças junta um grupo de amigos chegados numa reunião secreta para tomar uma decisão que poderá mudar o curso da história: fazer, ou não, a Revolução.
Criação/Interpretação: Mariana Silva
Dramaturgia: Raquel Lima
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Mariana aguarda na sala de espera de um laboratório de análises. No constrangimento deste pequeno lugar, o espetador testemunha o resultado dos exames que podem mudar o rumo dos seus dias.
Criação/Interpretação: Katarina Lanier
Dramaturgia: Carolina Andrade
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Maria ou Mary é sobre um encontro, ou reencontro. Dois universos criadores em disputa. Este é um caminho dançante até Viseu, Mary perde-se para encontrar Maria, e Maria encontra-se ao perder Mary. Um desdobramento de identidades, numa estrada que pode ser portuguesa, mas que não tem de o ser. Maria ou Mary é um jogo confuso, o terror embrulhado, nove minutos distorcidos, são duas vozes gritantes na tentativa de reclamar algo que não lhes pertence.
Nação Valente, Mas Mortal
Criação/Interpretação: Matilde Fachada
Dramaturgia: Zé Pedro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Mais um dia se passou e o problema continua: o gato Jeremias e o cão Zircónio não se entendem. Discutem selvaticamente a necessidade de um novo hino nacional. Por um lado, Jeremias defende a manutenção do hino, defendendo a sua dimensão simbólica e histórica que não pode nunca ser esquecida. Do lado oposto, Zircónio é a favor da revisão do hino, dadas as suas conotações colonialistas, patriarcais e racistas, perpetuadas ainda na nossa sociedade capitalista. No meio desta luta de cão e gato, encontra-se Beatriz, dona de ambos, que quer apenas resgatar algum sossego no aconchego do seu lar. Para tal, Beatriz propõe-se, com a ajuda do público, à estoica tarefa de criar um hino que agrade a todos: aquele que acalmará toda a bicharada. Mas será que a paz voltará aos serões da sua casa?
Criação/Interpretação: Matilde Fachada
Dramaturgia: Zé Pedro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Mais um dia se passou e o problema continua: o gato Jeremias e o cão Zircónio não se entendem. Discutem selvaticamente a necessidade de um novo hino nacional. Por um lado, Jeremias defende a manutenção do hino, defendendo a sua dimensão simbólica e histórica que não pode nunca ser esquecida. Do lado oposto, Zircónio é a favor da revisão do hino, dadas as suas conotações colonialistas, patriarcais e racistas, perpetuadas ainda na nossa sociedade capitalista. No meio desta luta de cão e gato, encontra-se Beatriz, dona de ambos, que quer apenas resgatar algum sossego no aconchego do seu lar. Para tal, Beatriz propõe-se, com a ajuda do público, à estoica tarefa de criar um hino que agrade a todos: aquele que acalmará toda a bicharada. Mas será que a paz voltará aos serões da sua casa?
Sobre Leite Derramado
Criação/Interpretação: Filipa Fróis
Dramaturgia: Leonor Costa
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Ela.
Vagueia dispersa por um supermercado como quem passeia numa mente desarrumada.
Conhece demasiado bem este lugar – na verdade nunca saiu de lá.
Num loop infinito perde-se pelos corredores uma e outra vez.
Não tinha ficado de fazer um bolo? Ainda há tempo, só mais uma volta.
Mais uma memória. Só uma não há de fazer mal.
Está tudo bem, memórias enchem mas não engordam.
Está tudo bem, os supermercados são mesmo feitos para nos confundir.
Criação/Interpretação: Filipa Fróis
Dramaturgia: Leonor Costa
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Ela.
Vagueia dispersa por um supermercado como quem passeia numa mente desarrumada.
Conhece demasiado bem este lugar – na verdade nunca saiu de lá.
Num loop infinito perde-se pelos corredores uma e outra vez.
Não tinha ficado de fazer um bolo? Ainda há tempo, só mais uma volta.
Mais uma memória. Só uma não há de fazer mal.
Está tudo bem, memórias enchem mas não engordam.
Está tudo bem, os supermercados são mesmo feitos para nos confundir.
BICHO
Criação/Interpretação: Tavo Iván Romero
Dramaturgia: Pedro Guimarães
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Um homem caminha em direção ao seu último ato: a liberdade. Sem tempo a perder, despede-se de seu número, das palavras que leu ao longo da vida, de seus amores e de sua digital. Ele preferia não ter de o fazer mas precisa ainda de nos convencer que a sua liberdade não devia nunca ter-lhe sido tirada.
BICHO
Criação/Interpretação: Tavo Iván Romero
Dramaturgia: Pedro Guimarães
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Um homem caminha em direção ao seu último ato: a liberdade. Sem tempo a perder, despede-se de seu número, das palavras que leu ao longo da vida, de seus amores e de sua digital. Ele preferia não ter de o fazer mas precisa ainda de nos convencer que a sua liberdade não devia nunca ter-lhe sido tirada.
ÁGAPE- APÓFASI
Criação/Interpretação: Leandro Araújo
Dramaturgia: Carlota Castro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
É com a maior das honras que vos informamos que o banquete está quase finalizado. Será um evento social do qual não sairão indiferentes e onde, prometemos, toda a comida estará no ponto certo da confeção.
Relembramos que este é um encontro exclusivo, pelo que não aceitaremos intromissões. Tragam a vossa balança mais afinada. Todos os pratos estão incluídos, até os que não conseguirem comer.
Nenhuma vaca foi maltratada ou ferida na realização deste jantar.
ÁGAPE- APÓFASI
Criação/Interpretação: Leandro Araújo
Dramaturgia: Carlota Castro
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Perante o vazio de poder criado pela abdicação do Rei Mendo III, convidamos Vossas Excelências para vir presenciar a cerimónia da aclamação do novo Rei, que desempenhará as suas funções a partir do dia 30 de Setembro, servindo a nação perante o que está estabelecido na Constituição. Pedimos que sejam pontuais, como manda o protocolo e que se vistam de acordo com a formalidade da cerimónia.
Reis’partam – O Aprendiz de Monarca
Criação/Interpretação: Tomás Seruca Bravo
Dramaturgia: Pedro Leitão
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Perante o vazio de poder criado pela abdicação do Rei Mendo III, convidamos Vossas Excelências para vir presenciar a cerimónia da aclamação do novo Rei, que desempenhará as suas funções a partir do dia 30 de Setembro, servindo a nação perante o que está estabelecido na Constituição. Pedimos que sejam pontuais, como manda o protocolo e que se vistam de acordo com a formalidade da cerimónia.
Beber até ao Fim
Criação/Interpretação: Joana Martins
Dramaturgia: Lígia Soares
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Nove minutos para criar o mal-estar necessário à mudança. Uma comunidade temporária que se junta para relaxar sem qualquer expectativa de sucesso, sem mensalidade obrigatória e sem fidelização. Recomenda-se o uso de roupa confortável.
Alguma coisa se há-de ver
Criação/Interpretação: Catarina Moura
Dramaturgia: Fernando Giestas
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Acontece uma situação típica: duas pessoas decidem ir ao Teatro. É fundamental, para elas, ir ao Teatro, como acontece com a maioria das pessoas. E, quando assim é, a disponibilidade para assistir ao que quer que seja é muita. O que interessa é ir. Depois se verá. “Alguma coisa se há-de ver” é uma performance inter-comunicativa, inter-inactiva, inter-incompleta, inter-compreensível. É uma performance para inter-ver.
Milésima Primeira Noite
Criação/Interpretação: Sofia Moura
Dramaturgia: Guilherme Gomes
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Ela é herdeira de Xerazade, está refém de uma tarefa: contar histórias, entreter, adiar. Mas esta é a milésima primeira noite, a derradeira, a noite que se segue a mil noites do mesmo exercício.
Água Límpida
Criação/Interpretação: Graeme Pulleyn
Dramaturgia: Jorge Palinhos
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Uma piscina. Um mergulho. Uma experiência de teatro imersivo. Um convite para flutuar e ouvir. Um momento para sentir e pensar. Um estudo sobre água. Um poema sobre pureza e justiça. Uma voz que chama de longe. Um sonho de alguém que não importa.
O repouso é uma ilusão
Criação/Interpretação: Romulus Neagu
Dramaturgia: Abel Neves
Direção Artística: Graeme Pulleyn
São nove instantâneos, mais ou menos haikus, oito mais um. Oito e, na beira do público, o dançarino com os seus movimentos. Alguém sabe da metamorfose dos cágados ou dos pássaros? Para sabermos, precisamos das carapaças ou das asas sem voo, dos ossos? O repouso é uma ilusão porque nesta cerimónia do viver o que há é movimento. Sempre o movimento é mudança e, muitas vezes, transfiguração, metamorfose. A cada instante há mudança, troca, disfarce, alegria por uma nova ou diferente condição. A dança é a vidinha. É, não é?
A imprevisibilidade é o demónio disfarçado de palavra comprida
Criação/Interpretação: Sónia Barbosa
Dramaturgia: Sandro William Junqueira
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Em palco estará uma mulher tão lúcida quanto perdida numa amálgama de sentimentos e pensamentos, mais envelhecida pela vida do que pelos anos que realmente tem.
Encruzilhada das Almas
Criação/Interpretação: César Prata
Dramaturgia: Carlos Clara Gomes
Direção Artística: Graeme Pulleyn
Não podemos tomar banho duas vezes no mesmo rio: da segunda vez, o rio já não é o mesmo; e nós, também não. Tudo flui, tudo se transforma: Terra e Céu, corpo e alma.
(IN)SATISFACTION
Criação/Interpretação: Patrick Murys
Dramaturgia: Gabriel Gomes
Direção Artística: Graeme Pulleyn
“Tenho pressa de sair, quero sentir ao chegar vontade de partir, p’ra outro lugar. Vou continuar a procurar o meu mundo, o meu lugar, porque até aqui eu só estou bem aonde eu não estou.” – António Variações.
Sou matéria em todos estados possíveis e, simultaneamente, em estado nenhum. Sou cozido, estrelado ou mexido, remixido, morto e vivo. Procuro por entre montanhas e precipícios uma fenda onde me possa encaixar. Ser arrebatado por uma pequena mudança radical. Transformo-me em algo que não sou para ser algo que não quero ser.
E então acontece-me isto
Criação/Interpretação: Ana Vargas
Dramaturgia: Inês Barahona
Direção Artística: Graeme Pulleyn
“E então acontece-me isto” é com esta frase que arranca esta curta mas intensa proposta criada e interpretada por Ana Vargas, com dramaturgia de Inês Barahona, o desabafo pronunciado por uma mulher adulta ao olhar para uma fotografia de quando era criança e que acaba por ser o ponto de partida para uma reflexão sobre um percurso de vida.

