Geramos realizações artísticas inovadoras, dinamizadoras das comunidades e mobilizadoras de novos públicos, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

Geramos realizações artísticas inovadoras, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

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NOVe #32 / 4ª edição

Vagar, para o lirismo

Residências Artísticas / Espetáculos / Performance

20 de março, 2025.
Oficina Municipal do Teatro – O Teatrão, Coimbra.

NOVe / Espetáculos / Novas Criações 

Vagar, para o lirismo

Qual o limite da desmemória? Malas. Bilhetes. Mapas. Um dramaturgo e uma mulher estão perdidos, mas encontram pessoas que sabem onde estão. Uma mulher refugiada, perde o nome do seu país. Vaga entre pensamentos, encantos, desejos e memórias para manter o nome de seu próprio país vivo.

A 4.ª Edição do projeto NOVe – NOVos Tempos NOVas Dramaturgias – Edição Emergentes, mantém o ADN deste projeto – intimista, que procura reinventar a relação entre intérprete e espectador, assim como criar experiências performativas imersivas, desafiantes e insólitas –, pela segunda vez com a particularidade de contar exclusivamente com dramaturgos, intérpretes e criadores emergentes.

As propostas finalmente selecionadas depois de um processo de open call estão marcadas pela diversidade, qualidade e inovação que seria de esperar de uma nova geração de criadores na qual a Cem Palcos tem vindo a apostar. Daqui até junho de 2025, 9 dramaturgos e 9 performers do teatro, da dança e da música reúnem-se num formato de residências artísticas para criar 9 micro espetáculos com 9 minutos de duração que se repetem 9 vezes no mesmo dia para um público de 9 pessoas em cada apresentação.

Na quinta residência artística da 4.ª Edição do NOVe, Benedito Bandeira assina a dramaturgia e Ivana Girault assume a criação/interpretação. 

APRESENTAÇÕES

20 de março, 2025.
15:09, 15:29, 15:49
18:09, 18:29, 18:49 
21:09, 21:29, 21:49
Oficina Municipal do Teatro – O Teatrão, Coimbra.

DURAÇÃO

9 min.

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12+

PARCERIA

Teatrão

FINANCIAMENTO

República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Eixo Cultura – Município de Viseu

Ficha artística e técnica - CEM Palcos

DRAMATURGIA: Benedito Bandeira
CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: Ivana Girault
COORDENAÇÃO ARTÍSTICA: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
DESIGN DE COMUNICAÇÃO, FOTOGRAFIAS E VÍDEO: Luís Belo
REDAÇÃO DE CONTEÚDOS E ASSESSORIA DE IMPRENSA: Susana Morais
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO: Guida Rolo
PRODUÇÃO EXECUTIVA E  COMUNICAÇÃO: Laura Tavares
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO: Filipa Fróis e Hugo Miguel
PRODUÇÃO: CEM Palcos

Ficha artística e técnica - O Teatrão

DIREÇÃO ARTÍSTICA: Isabel Craveiro
EQUIPE ARTÍSTICA E PEDAGÓGICA: Isabel Craveiro, João Santos, Margarida Sousa, Eva Tiago, Mónica Tavares, Mariana Nunes, Afonso Abreu, Diogo Simões
ILUMINAÇÃO: Felipe Silva e Jonathan Azevedo
SONOPLASTIA: Nuno Pompeu
EQUIPE DE COMUNICAÇÃO: Studio And Paul (Grafismo), Margarida Sousa, Luís Marujo, Diogo Simões
GESTÃO FINANCEIRA: João Santos
ADMINISTRAÇÃO: Angélica Dantas e Cátia Oliveira
PRODUÇÃO: Eva Tiago (Produção Executiva), Cátia Oliveira (Direção de Produção), Afonso Abreu
DIREÇÃO TÉCNICA: Jonathan de Azevedo
COLABORADORES REGULARES: Carlos Gomes (Fotografia), Filipa Malva (Cenografia · Figurinos), Marco Antonio (Encenação), Ana Biscaia (Ilustração), Carlos Gago (Cabelos – Ilídio Design), José Baltazar (Adereços · Carpintaria de Cena), Alexandre Mestre (Desenho de Luz), Fernanda Tomás (Costura de Cena), Liliana Quintão (Contabilidade), Victor Torpedo (Programação Musical), ZONAPRO (Apoio Técnico), Cláudia Carvalho, Sofia Coelho, Simão Lopes, Helder Carvalho, Morgana Machado, Mário Canelas, Paulo Abrantes (Fotógrafo), Teresa Valente (Fotógrafa)

Bulício

Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.

Vídeo Integral

O fundo do poço de Salomé está completamente seco e, por ser um poço, não encontra nenhum motivo para justificar a sua existência. Ao fundo do poço resta-lhe, efectivamente, esperar justificando a sua razão de existência. Em suma, podemos afirmar que a interioridade de Salomé assemelha-se com este mundo exposto – uma confusão total temperada de impotência, estagnação e alienação. Quando o fundo do poço permite ver o reflexo do rosto, Salomé tem um temperamento libertino e exuberante. Blimunda, mãe de Salomé, também apresentava esta interioridade complexa, mas a maturidade ensinou-lhe a gerir as águas. Toda esta elegância genial de Blimunda sustenta a incapacidade de Salomé em viver o luto.

 

Ficha artística e técnica

Reservas Processo Aberto

Se tiver alguma dúvida, pode contactar-nos diretamente para bilheteira@cempalcos.com

O Processo Aberto do NOVe: NOVos Tempos NOVas Dramaturgias consiste num Ensaio Aberto, seguido de uma conversa no dia anterior à estreia, nos horário das 19h09 e 19h29. A participação nesta atividade é gratuita. 

O Processo Aberto de “Clio, estudo para uma história” terá lugar no Museu Keil Amaral, 13 de fevereiro, às 19h09 e 19h29.

Os bilhetes para as apresentações no dia 14 de fevereiro estão disponíveis na Ticketline.