NOVe #37 / 5ª edição
Eu Vou Sair
Residências Artísticas / Espetáculos / Performance
16 de outubro de 2025
Oficina Municipal do Teatro, Coimbra
NOVe / Espetáculos / Novas criações
Eu Vou Sair
Um jovem, filho de um político, ao sair de casa mais de dia para viver a sua vida boémia com a sua namorada, é impedido. Surpreso e, por não reconhecer a legitimidade do pai para esta ação, interroga o mesmo, questionando-o sobre as suas ações atuais enquanto político e o mundo que está a construir, ou melhor, destruir.
O filho, desanimado, sem referências, farto da vida que levava e querendo mudar, ele acaba por descobrir no seu pai um homem solitário que ainda tem a esperança num mundo melhor e que precisava também de alguém que o estimule à mudar. Para a alegria do filho, o seu pai lhe demonstra que ele, tal como um pai pode ser a referência para um filho, o pai também pode mudar pelas ações do filho.
A premissa é simples: um/a escritor/a e um/a criador/a-intérprete encontram-se num casamento artístico “às cegas”. O desafio é a criação de uma “curta performativa” com a duração de nove minutos. O NOVe assume-se como um espaço “laboratorial”, onde se explora o conceito do micro-espetáculo e do cruzamento de disciplinas artísticas. Intimista por natureza, procura reinventar a relação entre intérprete e espectador, assim como criar experiências performativas imersivas, desafiantes e insólitas.
De outubro de 2025 até junho de 2026, 9 dramaturgos/as e 9 performers do teatro, da dança, da música e do vídeo reúnem-se no formato de residências artísticas para criar 9 micro-espetáculos com 9 minutos de duração que se repetem 9 vezes no mesmo dia para um público de 9 pessoas em cada apresentação.
A 5.ª Edição do NOVe começa com uma dupla de são-tomenses. Pedro Sequeira assina a dramaturgia e Joel Kabanga assume a criação/interpretação.
APRESENTAÇÕES
16 de outubro de 2025
15:09, 15:29, 15:49
18:09, 18:29, 18:49
21:09, 21:29, 21:49
Oficina Municipal do Teatro, Coimbra
DURAÇÃO
9 min.
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA
M/12+
COPRODUÇÃO
Teatrão
FINANCIAMENTO
República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Eixo Cultura – Município de Viseu
Ficha artística e técnica - CEM Palcos
DRAMATURGIA: Pedro Sequeira
CRIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO: Joel Kabanga
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Graeme Pulleyn
DESIGN DE COMUNICAÇÃO, FOTOGRAFIAS E VÍDEO: Luís Belo
REDAÇÃO DE CONTEÚDOS E ASSESSORIA DE IMPRENSA: Susana Morais
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO: Guida Rolo
PRODUÇÃO EXECUTIVA E COMUNICAÇÃO: Laura Tavares
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO E APOIO TÉCNICO: Hugo Miguel
COPRODUÇÃO: CEM Palcos e Teatrão
Ficha artística e técnica - O Teatrão
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Isabel Craveiro
EQUIPE ARTÍSTICA E PEDAGÓGICA: Isabel Craveiro, João Santos, Margarida Sousa, Eva Tiago, Mónica Tavares, Mariana Nunes, Afonso Abreu, Diogo Simões
ILUMINAÇÃO: Felipe Silva e Jonathan Azevedo
SONOPLASTIA: Nuno Pompeu
EQUIPE DE COMUNICAÇÃO: Studio And Paul (Grafismo), Margarida Sousa, Luís Marujo, Diogo Simões
GESTÃO FINANCEIRA: João Santos
ADMINISTRAÇÃO: Angélica Dantas e Cátia Oliveira
PRODUÇÃO: Eva Tiago (Produção Executiva), Cátia Oliveira (Direção de Produção), Afonso Abreu
DIREÇÃO TÉCNICA: Jonathan de Azevedo
COLABORADORES REGULARES: Carlos Gomes (Fotografia), Filipa Malva (Cenografia · Figurinos), Marco Antonio (Encenação), Ana Biscaia (Ilustração), Carlos Gago (Cabelos – Ilídio Design), José Baltazar (Adereços · Carpintaria de Cena), Alexandre Mestre (Desenho de Luz), Fernanda Tomás (Costura de Cena), Liliana Quintão (Contabilidade), Victor Torpedo (Programação Musical), ZONAPRO (Apoio Técnico), Cláudia Carvalho, Sofia Coelho, Simão Lopes, Helder Carvalho, Morgana Machado, Mário Canelas, Paulo Abrantes (Fotógrafo), Teresa Valente (Fotógrafa)
Bulício
Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares
Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.
Vídeo Integral
O fundo do poço de Salomé está completamente seco e, por ser um poço, não encontra nenhum motivo para justificar a sua existência. Ao fundo do poço resta-lhe, efectivamente, esperar justificando a sua razão de existência. Em suma, podemos afirmar que a interioridade de Salomé assemelha-se com este mundo exposto – uma confusão total temperada de impotência, estagnação e alienação. Quando o fundo do poço permite ver o reflexo do rosto, Salomé tem um temperamento libertino e exuberante. Blimunda, mãe de Salomé, também apresentava esta interioridade complexa, mas a maturidade ensinou-lhe a gerir as águas. Toda esta elegância genial de Blimunda sustenta a incapacidade de Salomé em viver o luto.
Ficha artística e técnica
Reservas Processo Aberto
Se tiver alguma dúvida, pode contactar-nos diretamente para bilheteira@cempalcos.com
O Processo Aberto do NOVe: NOVos Tempos NOVas Dramaturgias consiste num Ensaio Aberto, seguido de uma conversa no dia anterior à estreia, nos horário das 19h09 e 19h29. A participação nesta atividade é gratuita.
O Processo Aberto de NOVe #36 terá lugar no Circulo de Criação Contemporânea de Viseu – Polo 1, 12 de junho, às 19h09 e 19h29.
Os bilhetes para as apresentações no dia 13 de junho estarão disponíveis na Ticketline.















