Geramos realizações artísticas inovadoras, dinamizadoras das comunidades e mobilizadoras de novos públicos, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

Geramos realizações artísticas inovadoras, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

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NOVe #46 / Edição Especial

Fiarada: O Fio, 
com Mariana Silva

Novas Dramaturgias / Teatro em 9 Minutos

Processo Aberto

22 Outubro, 2026: 19h09, 19h29, 19h49

Espetáculo

23 Outubro, 2026
19h09, 19h29, 19h49
21h09, 21h29, 21h49

Ponto Cultural da Rua Direita (nº 149), Viseu

Novas Dramaturgias / Teatro em 9 Minutos

Fiarada: O Fio, com Mariana Silva

Fiar é construir. É entrelaçar histórias, desejos, memórias e futuros. É um gesto paciente, repetido, que transforma um único fio numa trama. É também uma metáfora para a vida de Inês Pereira, personagem que, cinco séculos depois de Gil Vicente, continua a desafiar-nos a pensar sobre liberdade, escolha e emancipação.

FIARADA reúne três residências artísticas que convocam a Farsa de Inês Pereira para o presente através da dança, da música e do teatro. Sem procurar ilustrar a obra vicentina, cada criação apropria-se das suas inquietações para as transformar em linguagem contemporânea, propondo novas leituras sobre o percurso de uma mulher que se recusa a permanecer no lugar que lhe foi destinado.

“O Fio”, Mariana Silva percorre o caminho de uma existência marcada pelo enfado, pela contenção, pela pressão social e pelo julgamento, até ao momento em que a recusa se torna inevitável. Um corpo que aprende a dizer basta.

“O Nó”, Guilherme Marta. – Saber mais.

“A Trama”, Clara Spormann. – Saber mais.

FIARADA nasce do encontro entre o NOVe – NOVos Tempos, NOVas Dramaturgias e o Diálogos com Gil Vicente, aproximando a criação contemporânea do património literário e das comunidades. Três artistas, três linguagens, três olhares que, como fios distintos, se entrelaçam numa mesma trama.

PROCESSO ABERTO

22 Outubro, 2026: 19h09, 19h29, 19h49

APRESENTAÇÕES

23 Outubro, 2026
19h09, 19h29, 19h49
21h09, 21h29, 21h49 

Ponto Cultural da Rua Direita (nº 149), Viseu

DURAÇÃO

9 minutos

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

PARCERIA

Teatrão

FINANCIAMENTO

República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Eixo Cultura – Município de Viseu

APOIOS

Junta de Freguesia de Barreiros e Cepões, Junta de Freguesia de Calde, Junta de Freguesia de Cavernães, Junta de Freguesia de Côta, Junta de Freguesia de Ribafeita , Junta de Freguesia de Santos Êvos e Junta de Freguesia de São Pedro de France

APRESENTAÇÕES PRÉVIAS

Processo Aberto
9 Julho, 2026
Dornelas, Santos Evos

18 Julho, 2026
Museu do Linho, Várzea de Calde, Freguesia de Calde

19 de julho, 2026
Antiga Junta de Freguesia de Barreiros, União de Freguesias de Barreiros e Cepões

 

Ficha artística e técnica

TEXTO: “Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente
INTERPRETAÇÃO: Mariana Silva
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Graeme Pulleyn
DESIGN DE COMUNICAÇÃO, FOTOGRAFIA E VÍDEO: Luís Belo
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO: Guida Rolo
PRODUÇÃO EXECUTIVA E COMUNICAÇÃO: Laura Tavares
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO, APOIO TÉCNICO E FRENTE DE CASA: Hugo Miguel, Inês Ribeiro e Roberto Fernandes 
ASSISTÊNCIA ADMINISTRATIVA E CONTABILÍSTICA: Ana Belo Coelho
REDAÇÃO DE CONTEÚDOS PARA REDES SOCIAIS: Susana Morais
PRODUÇÃO: CEM Palcos

Bulício

Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.

Vídeo Integral

O fundo do poço de Salomé está completamente seco e, por ser um poço, não encontra nenhum motivo para justificar a sua existência. Ao fundo do poço resta-lhe, efectivamente, esperar justificando a sua razão de existência. Em suma, podemos afirmar que a interioridade de Salomé assemelha-se com este mundo exposto – uma confusão total temperada de impotência, estagnação e alienação. Quando o fundo do poço permite ver o reflexo do rosto, Salomé tem um temperamento libertino e exuberante. Blimunda, mãe de Salomé, também apresentava esta interioridade complexa, mas a maturidade ensinou-lhe a gerir as águas. Toda esta elegância genial de Blimunda sustenta a incapacidade de Salomé em viver o luto.

 

Ficha artística e técnica

Reservas

Entrada gratuita. 

Se tiver alguma dúvida, pode contactar-nos diretamente para bilheteira@cempalcos.com

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