Geramos realizações artísticas inovadoras, dinamizadoras das comunidades e mobilizadoras de novos públicos, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

Geramos realizações artísticas inovadoras, fruto de processos de criação experimentais e inclusivos, que alimentam uma linha de pesquisa e de criação de pensamento e de conhecimento.

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NOVe #46 / Edição Especial

Fiarada: O Nó, com Guilherme Marta

Novas Dramaturgias / Teatro em 9 Minutos

Processo Aberto

5 Novembro, 2026: 19h09, 19h29, 19h49
Processo Aberto

Espetáculo

6 Novembro, 2026
19h09, 19h29, 19h49
21h09, 21h29, 21h49

Novas Dramaturgias / Teatro em 9 Minutos

Fiarada: O Nó

Fiar é construir. É entrelaçar histórias, desejos, memórias e futuros. É um gesto paciente, repetido, que transforma um único fio numa trama. É também uma metáfora para a vida de Inês Pereira, personagem que, cinco séculos depois de Gil Vicente, continua a desafiar-nos a pensar sobre liberdade, escolha e emancipação.

FIARADA reúne três residências artísticas que convocam a Farsa de Inês Pereira para o presente através da dança, da música e do teatro. Sem procurar ilustrar a obra vicentina, cada criação apropria-se das suas inquietações para as transformar em linguagem contemporânea, propondo novas leituras sobre o percurso de uma mulher que se recusa a permanecer no lugar que lhe foi destinado.

“O Fio”, com Mariana Silva – Saber mais. 

“O Nó”, Guilherme Marta habita o espaço da metamorfose. Entre camadas sonoras e transformação, a criação acompanha o instante em que tudo deixa de ser o que era para dar lugar a uma nova possibilidade de existência.

“A Trama”, Clara Spormann – Saber mais. 

FIARADA nasce do encontro entre o NOVe – NOVos Tempos, NOVas Dramaturgias e o Diálogos com Gil Vicente, aproximando a criação contemporânea do património literário e das comunidades. Três artistas, três linguagens, três olhares que, como fios distintos, se entrelaçam numa mesma trama.

PROCESSO ABERTO

5 Novembro, 2026: 19h09, 19h29, 19h49
Processo Aberto

APRESENTAÇÕES

6 Novembro, 2026
19h09, 19h29, 19h49
21h09, 21h29, 21h49 

Ponto Cultural da Rua Direita (nº149), Viseu

17 de julho, 2026: 21h29, 21h49, 22h09
V21 Incubadora de Base Rural, Freguesia de São Pedro de France
Localização

DURAÇÃO

9 minutos

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

PARCERIA

Teatrão

FINANCIAMENTO

República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Eixo Cultura – Município de Viseu

APOIOS

Junta de Freguesia de Barreiros e Cepões, Junta de Freguesia de Calde, Junta de Freguesia de Cavernães, Junta de Freguesia de Côta, Junta de Freguesia de Ribafeita , Junta de Freguesia de Santos Êvos e Junta de Freguesia de São Pedro de France

APRESENTAÇÕES PRÉVIAS

9 Julho, 2026
Processo Aberto
Dornelas, Santos Evos

Espetáculo

16 Julho, 2026: 21h29, 21h49, 22h09 
Largo 25 de Abril, Freguesia de Côta

17 de julho, 2026: 21h29, 21h49, 22h09
V21 Incubadora de Base Rural, Freguesia de São Pedro de France

Ficha artística e técnica

TEXTO: “Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente
INTERPRETAÇÃO: Guilherme Marta
DIREÇÃO ARTÍSTICA: Graeme Pulleyn
DESIGN DE COMUNICAÇÃO, FOTOGRAFIA E VÍDEO: Luís Belo
DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO: Guida Rolo
PRODUÇÃO EXECUTIVA E COMUNICAÇÃO: Laura Tavares
ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO, APOIO TÉCNICO E FRENTE DE CASA: Hugo Miguel, Inês Ribeiro e Roberto Fernandes 
ASSISTÊNCIA ADMINISTRATIVA E CONTABILÍSTICA: Ana Belo Coelho
REDAÇÃO DE CONTEÚDOS PARA REDES SOCIAIS: Susana Morais
PRODUÇÃO: CEM Palcos

Bulício

Criação/Interpretação: Leonor Souza
Dramaturgia: Eduardo Corono
Direção Artística: Cristóvão Cunha, Graeme Pulleyn e Lígia Soares

Num bar aprecia-se o caos a que a mente leva, uma contagem regride e escutam-se bulícios como labirintos dentro da própria palavra. Imagens colidem e sons ecoam como inquietações coletivas que se querem revelar. Bulício Bulício Bulício.

Vídeo Integral

O fundo do poço de Salomé está completamente seco e, por ser um poço, não encontra nenhum motivo para justificar a sua existência. Ao fundo do poço resta-lhe, efectivamente, esperar justificando a sua razão de existência. Em suma, podemos afirmar que a interioridade de Salomé assemelha-se com este mundo exposto – uma confusão total temperada de impotência, estagnação e alienação. Quando o fundo do poço permite ver o reflexo do rosto, Salomé tem um temperamento libertino e exuberante. Blimunda, mãe de Salomé, também apresentava esta interioridade complexa, mas a maturidade ensinou-lhe a gerir as águas. Toda esta elegância genial de Blimunda sustenta a incapacidade de Salomé em viver o luto.

 

Ficha artística e técnica

Reservas

Entrada gratuita. 

Se tiver alguma dúvida, pode contactar-nos diretamente para bilheteira@cempalcos.com

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